Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

A Ilusão do Poder de Sãm Ponhã e Súm Muclucú

 

 
 
Quando eu era miúdo, vivendo tranquilamente no meu Príncipe, alguns adultos que compartilhavam connosco aquele pedaço de terra, no meio do Atlântico, faziam-nos crer, com uma convicção factual arrepiante, que, na outra ilha irmã, em S.Tomé, residia uma senhora chamada Sãm Ponhã com dons demoníacos que transformavam-na numa mulher com imenso poder diante dos seus pares e de toda a estrutura social das redondezas. Da mesma forma, segundo aqueles adultos, no outro lado da mesma ilha, residia um senhor chamado Súm Muclucú, com idênticos dons que usava para atormentar a vida dos outros, sobretudo de miúdos irrequietos, que ousavam zombar dos seus exagerados atributos testiculares. Segundo as informações, quem ousasse rir das enormes protuberâncias testiculares de Súm Muclucú, que chegavam ao chão, estaria condenado à morte, tendo em conta o poder da referida personagem comparável aos dos melhores feiticeiros do mundo.
Assim sendo, Sãm Ponhã e Súm Muclucú, transformaram-se, durante muito tempo, em figuras míticas da sociedade Santomense temidos mais pela fama e exibição geracional dos seus poderes do que o alcance real e efectivo dos mesmos. Era vulgar, tais criaturas, naquele contexto temporal concreto, exibirem-se, ciclicamente, nos púlpitos das respectivas freguesias escolhendo as suas vulneráveis vítimas, de acordo com o estado físico e emocional das mesmas, aumentando, assim, os seus poderes de temíveis de feiticeiros de primeira linha.
No entanto, a generalidade das pessoas não sabia, que o poder de Sãm Pomhã e Súm Muclucú era proporcional à importância e interiorização que cada um de nós, individualmente, fazia dele e da extensão e níveis de ignorância existente no país. Ou seja, era um poder ilusório que não mudava a realidade observável, mas, antes, de forma oportunística, vangloriava-se dos efeitos da desgraça alheia, justificadamente assumidos pelos referidos feiticeiros, para, cumulativamente, espalharem o terror exibicional entre os seus pares e respectiva população.
Foi esta a receita simples que fez com que o poder, de Sãm Ponhã e Súm Muclucú, eternizasse na memória de muitos Santomenses.
Neste momento, tendo em conta a situação de miserabilismo económico e social prevalecente, no país, alguns eternos políticos resolveram vestir a pele de Sãm Ponhã e de Súm Muclucú, revisitar um período negro da nossa história colectiva e, consequentemente, passear o seu poder ilusório na Tribuna da nossa Assembleia Nacional.
Só assim se compreende que um eterno deputado, fazendo o papel de Súm Muclucú, dirigiu-se ao país, como cidadão nacional, afirmando que faria tudo o que estivesse ao seu alcance para apresentar uma queixa-crime, no ministério público, contra o senhor Presidente da República, pelo facto deste ter produzido afirmações que relacionam o próprio presidente, e alguns representantes de partidos políticos, com a eventual compra de alguns deputados, do partido ADI, na presente legislatura.
Se o propósito do referido deputado é pertinente e desejável, para o esclarecimento do caso em questão, ninguém compreende que o mesmo, não tenha aproveitado o palco, em causa, para informar o país que decidira, também, apresentar uma queixa-crime contra o seu próprio partido pelos danos causados por este a todos os cidadãos nacionais que foram vítimas de perseguições políticas, torturas, prisões arbitrárias e mortes no regime político anterior. Como Súm Muclucú, o referido deputado vangloria-se do seu poder, que, não muda a realidade observável, mas, intimida todos aqueles que ousam zombar da memória histórica e institucional do seu próprio partido.
No outro lado da mesma rua, a senhora ministra de Defesa, Justiça e Assuntos Parlamentares, não querendo ficar atrás de Súm Muclucú, decidiu, também ela, revisitar Sãm Ponhã, ameaçando com ordem de prisão o Presidente do Governo Regional do Príncipe, porque este ousara não acatar a sua decisão de instalar um radar militar, na ilha do Príncipe, que impede, toda a população da referida ilha, o acesso aos meios de comunicação – rádio e televisão – privando-a de um direito constitucional fundamental que é o acesso a uma informação plural fomentadora do conhecimento e consciência cívica e, simultaneamente, isola-a do resto do mundo. Ou seja, entre dois direitos, o acesso aos meios de comunicação e informação de uma população inteira e suposta defesa e segurança interna de todo o espaço nacional, compatibilizáveis tecnicamente sem qualquer problema nos tempos actuais, a senhora ministra, qual Sãm Ponhã, decidiu que a sua opinião e poder tinham que prevalecer ameaçando, com eventual prisão, o Presidente do Governo Regional do Príncipe, se contrariasse, no futuro a sua decisão.
Isto não é só um problema de radares e de acesso à informação é, sobretudo, um problema de liberdade e democracia que as próprias palavras e intenções, bélica e autoritária, da senhora ministra de Defesa vieram desmascarar. Ou seja, presumo, que haja, a montante, um plano, milimetricamente concebido, com o objectivo de limitar os direitos cívicos e liberdades da população da ilha do Príncipe.
A senhora ministra deveria saber, que, no Príncipe, entre a liberdade e democracia e proclamações palavrosas de defesa de soberania nacional, num país que não tem outros meios de dissuasão militar, para além dos malditos radares que colocam em causa esta mesma liberdade e democracia, a população do Príncipe escolherá, sempre, a sua liberdade e aprofundamento democrático. O Príncipe não é uma coutada da senhora ministra de Defesa. Como diria Emmanuel Mounier «… quem adormece na sua liberdade acorda escravo…».
É óbvio que há, nesta atitude, bélica, ignorante, patética e irresponsável, da senhora ministra de Defesa, tiques de revisitação de um período negro da nossa História colectiva, como salientara anteriormente, em que as pessoas eram presas de forma arbitrária, perseguidas politicamente, torturadas ou mesmo mortas, porque contrariavam, a obediência cega a um regime totalitário e cruel. A senhora ministra, ao vestir a pele de Sãm Ponhã, esqueceu-se que estamos em democracia e que o seu poder ilusório e exibicional não passa de fragmentos palavrosos avulsos de sustentação da sua pobre imagem e auto-estima corroídas por incompetência, défice ético, má preparação técnica e cultural, para cumprimento de uma tarefa tão exigente e complexa como a de ministra de Defesa.
A senhora ministra deveria saber que tanto o Governo Regional, como o Central são instituições políticas da República decorrentes da vontade popular, em democracia, e que a divisão dos poderes (legislativo, executivo e judiciário) decorreu, ao longo dos tempos, dos constrangimentos e do perigo do despotismo. Provavelmente a senhora ministra de Defesa nunca leu Montesquieu e, tal como Sãm Ponhã, prefere exibir, de forma ignorante e patética, junto da plebe, os seus dotes de despótica, tentando impor o terror, como forma de minimizar as suas dificuldades e incompetência. Num país minimamente decente esta senhora nunca seria governante, numa pasta tão complexa e exigente, porque conseguiu arruinar, num curto intervalo de tempo, todos os alicerces organizacionais e doutrinários da nossa tropa transformando-as, com o seu delírio bélico, patético e irresponsável, em grupos sem comando ou organização que andam aos tiros com outras forças paramilitares forjando mortes, insegurança e desrespeito institucional.
Esta atitude da senhora ministra de Defesa, de ameaçar com prisão o Presidente do Governo Regional do Príncipe, sendo uma decisão avulsa e inerente ao carácter e vulgaridade da referida protagonista é, simultaneamente, a assunção e manifestação de uma linha política, enraizada como doutrina, no interior da corporação castrense, desde que a mesma assumiu funções governamentais na referida pasta. Os resultados estão a vista de todos: temos as nossas forças armadas num caos organizacional e doutrinário reproduzindo, mimeticamente, os tiques bélicos e irresponsáveis da referida ministra.
Isto não é uma questão menor ou desprezável em democracia. Ninguém compreende que uma instituição que era, até há pouco tempo, referência organizacional, institucional e doutrinária, no nosso país, num curto intervalo de tempo perdeu todo o respeito, consideração e estima, junto dos cidadãos, que homens como Albertino Neto, Daniel Daio, Raul Bragança e Óscar de Sousa ajudaram a consolidar. É obra, a senhora ministra de Defesa ter conseguido fazer tudo isso, num curto intervalo de tempo. As nossas Forças Armadas mereciam mais e melhor.
Quem deve estar a rir, desalmadamente, são todos os outros partidos da oposição. De facto, tendo ministros com vocação suicidária como esta senhora, o senhor primeiro-ministro não precisaria de oposição nenhuma.
Compreendo o esforço que o primeiro-ministro tem feito em prol da regeneração democrática do seu partido, sua reorganização e dinamização interna e exclusão, ainda que tímida, de alguns parasitas do seio do mesmo. Temo que tudo isto não chegue e que a tarefa de ganhar as próximas eleições legislativas, com maioria absoluta, como pretende, se torne uma tarefa hercúlea. É bem provável, que, com estes sucessivos acontecimentos, o senhor primeiro-ministro tenha, também, de aprender a “amarrar” feiticeiros para controlar estragos no interior do seu próprio partido e conseguir tal propósito.
A.C 
 
 
publicado por adelino às 18:19
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

O Festim Carnicento dos “Bichôs"

 

Com o reaparecimento dos porcos, depois da matança generalizada provocada pela peste suína africana, este seria o momento ideal para os nossos “Bichôs” brilharem, invadirem-nos o corpo, de forma impiedosa, começando pelos pés, e engordarem, silenciosamente, no prazenteiro epidérmico, momentâneo e ilusório, que nos proporcionam.

Por alguma razão, o epíteto de glorioso, assenta-lhes que nem uma luva encomendada, na proporção inversa dos estragos, individuais e colectivos, que nos proporcionam há 34 anos. Só assim se compreende que o senhor primeiro-ministro, vestindo a pele do “Bichô-chefe”, num gesto de mobilização das suas tropas, encorajou-as a lutarem para uma maioria absoluta, nas próximas eleições legislativas, espicaçando-as, com tal propósito, para o festim carnicento que se aproxima. É a derradeira tentativa de repetição da história, pois, todos nos lembramos dos primeiros anos da independência e da eficácia do slogan “Unidos Venceremos” que fazia marchar os “Bichôs” e transformar as nossas casas, escolas, ruas, bairros, repartições, roças e distritos em autênticos matadouros sofisticados em prol da afirmação de uma ideologia ou de um projecto político totalitário. Quantas pessoas da nossa terra, em particular da ilha do Príncipe, não foram perseguidas, presas e torturadas, injustamente, neste festim carnicento dos “Bichôs” que não poupava ou escolhia as vítimas? Um irmão meu, na altura com catorze anos de idade, não foi poupado neste festim porque ousou, voluntária ou involuntariamente, participar numa manifestação desmascarando as injustiças, na repartição dos recursos nacionais, praticadas contra a ilha do Príncipe.

O que não se fez, para mobilizar os “Bichôs”, em momentos cruciais de desesperança política, quando rareava o cheiro à carne humana? Lembro-me perfeitamente de, sob pretexto de tentativa de invasão do país por parte de potências imperialistas estrangeiras, se proclamar a união dos “Bichôs” em “Grupos de Vigilância e Defesa Popular”, para combater heroicamente o inimigo que ameaçava interromper ou acabar com o nosso festim. Tudo isto foi feito em prol de uma ideologia ou projecto político totalitário em total desobediência com os princípios mais nobres do respeito pelos outros e da dignidade da pessoa humana.

Eu estava convencido que tudo isto terminara e que os resquícios da sua manifestação ou presença seriam seriamente combatidos, sobretudo, por determinados forças ou individualidades, políticas e intelectuais, da nossa terra, que têm o dever e a obrigação de o fazer. Pura ilusão! O senhor primeiro-ministro, do alto da sua glória reconquistada, entende que as eleições regionais e locais não se deveriam realizar, no país, porque seria um atentado ao festim carnicento que se avizinha e o país não conseguiu mobilizar fundos financeiros, segundo as palavras do seu ministro dos negócios estrangeiros, para tal capricho democrático. Ninguém percebeu tanta trapalhada, incoerência e contradição política, nos desejos e posições destes senhores, que se auto-proclamam estruturalmente democratas. Se o país não conseguiu mobilizar fundos financeiros, há um mês, para a realização de eleições regionais e locais e era esta a justificação política, plausível e reiterada, para o seu sucessivo adiamento como, então, justificar agora, o rápido aparecimento de tais fundos que permitiram a convergência de interesses políticos, em presença, para a marcação da data da eleição legislativa, em contraposição com o argumento utilizado para a não marcação da data das eleições regionais e locais? Nada de estranho, é este o conceito de democracia do nosso primeiro-ministro e dos seus apaniguados que correm, desalmadamente, para o festim carnicento que se aproxima.

Não deixando os seus créditos por mãos alheias, num registo retrospectivo inusitado, o nosso primeiro-ministro, vestindo, mais uma vez, a pele de “Bichô-chefe”, tira da cartola mais um truque sofisticado, típico da sua escola totalitária, com o objectivo de enriquecer a nossa democracia. Não tendo o país, momentaneamente, inimigos imperialistas que perigassem a nossa especial democracia nem “Bichôs” voluntários que se quisessem mobilizar para a tarefa de constituição de “Grupos de Vigilância e Defesa Popular”, em prol do festim carnicento que se aproxima, o nosso primeiro-ministro mandou instalar, com uma urgência apreciável, na ilha do Príncipe, um radar, com aparente objectivo estratégico de defesa, aniquilando com tal propósito todas as possibilidades de recepção de sinal da R.D.P-África e R.T.P-África que constituíam referenciais informativos imprescindíveis na região e minimizavam as condições de isolamento imposto à ilha.

Mais uma vez, a história parece querer repetir-se. Em nome da construção silenciosa, ardilosa e sub-reptícia de um regime totalitário, o nosso primeiro-ministro, vestindo a pele de “Bichô-chefe”, e seus apaniguados, começaram por adiar, sine die, a realização das eleições regionais e locais e, agora, com pretexto kafkiano de defesa do nosso espaço territorial, isolam uma população inteira, do resto do mundo, cerceando-a de um dos mais sagrados direitos constitucionais – o direito à informação. 

Saltámos, rapidamente, da privação eleitoral para a privação de informação, tendo sempre, como alvo preferencial, uma região específica da nossa terra – a ilha do Príncipe. Devagar, devagarinho, o nosso primeiro-ministro, vestindo a pele do “Bichô-chefe”, e seus apaniguados, bem identificados, vão fazendo o seu caminho, contentes com o festim carnicento que se aproxima. Só falta dar mais músculos à componente militar e policial do projecto – coisa que está a ser feita sorrateiramente – e ensaiar, ardilosamente, uma hipotética revisão constitucional para que o puzzle se encaixe na perfeição. Daí a preocupação com uma maioria absoluta e a despreocupação com o combate efectivo à corrupção. Para apimentar a coisa, simultaneamente, tenta-se esmagar e humilhar, por via económica, financeira ou mesmo política, qualquer tentativa de arregimentação localizada que tente travar o caminho dos “Bichôs” para o referido festim. É desta forma que o Príncipe começa a sofrer as consequências, sociais e económicas, da ousadia de querer desafiar, contrariar e lutar. Ninguém compreende, que, tendo o país adquirido um navio, recentemente, para transporte de mercadorias e pessoas, entre as duas ilhas, com o objectivo de minimizar os custos da dupla insularidade inerente, um alto funcionário do Estado, logo na viagem inaugural do referido navio, venha, à despropósito, salientar as insuficiências estruturais do negócio em causa, tendencialmente prejudicial no futuro, porque o número de pessoas que o utilizam é reduzido, tendo em conta os preços dos bilhetes praticados. É óbvio que o preço, dos bilhetes, (150 Euros) para a referida viagem, é brutal e incompreensível para a generalidade da população do Príncipe. O mesmo se passa com o preço das passagens de avião (200 Euros). Quem se importa com isso? Não deveriam existir, a montante, mecanismos de subvenção estatal que normalizasse este problema e contribuísse para diminuir os níveis de injustiças praticados, especificamente dirigidos conta uma população da nossa terra? Quem, no Príncipe, tem condições para pagar, cento e cinquenta Euros ou duzentos Euros, por uma deslocação, de barco ou avião, para S.Tomé? Não foi o senhor primeiro-ministro que disse, numa recente entrevista, quando confrontado pelo jornalista, relativamente às especulações sobre o seu salário, que em S.Tomé e Príncipe não existiriam mais de uma centena de pessoas que recebessem, pelo seu trabalho, mais de quinhentos Euros? Se este é o diagnóstico do senhor primeiro-ministro, relativamente aos salários mais elevados, praticados no país, por que razão, em contradição com o referido diagnóstico, aceita que sejam aqueles os preços, das referidas deslocações, entre as duas ilhas, por imperiosa necessidade de lucro nos referido negócios, sem qualquer intervenção estatal para o amortecimento de tal sacrifício, no seio dos mais desfavorecidos? Não se faz nada, por se tratar do Príncipe? E a estrada que vai ligar a cidade capital ao Sul do país, estimada em vinte e quatro milhões e meio de Euros, (o barco custou um milhão de Euros) que o senhor ministro, da referida pasta, sublinhou, ter como objectivo melhorar as condições de desenvolvimento do turismo, naquela zona, escoar os produtos dos agricultores ai residentes e, com tal, permitir o melhoramento da economia da região? Terá portagem, com o objectivo de dar lucro? Por que razão as deslocações, entre o Príncipe e S.Tomé, têm necessariamente de dar lucro ou não serem abrangidas por quaisquer critérios de subvenção estatal? É esta a coesão territorial e social que se pretende para o país? Sim! É o castigo, tentativa de esmagamento e de humilhação, de uma região específica da nossa terra, porque os seus habitantes ousaram lutar, contrariar, em prol da afirmação da democracia na nossa terra e da justiça na repartição dos recursos nacionais. No Príncipe, já há quem resmunga: sem o petróleo eles fazem isto; o que será com o petróleo! Por isso mesmo, acho que é dever da população do Príncipe, até como homenagem a todos aqueles que foram perseguidos, maltratados, e presos, no festim anterior, lutar e contrariar a organização do caminho que se prepara para o festim seguinte. Se não fizerem nada, agora, amanhã poderá ser tarde, e os “Bichôs” já estarão disseminados em todas as partes do nosso corpo.

A. C.

 

publicado por adelino às 16:19
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